1 comentário

Goiânia “Food” Noise Festival


Entre os dia 23 e 29 de novembro foi realizado em Goiânia, Goiás, a 15ª edição do Goiânia Noise Festival. Um festival de música independente, com bandas conhecidas no circuito e outras nem tanto assim. O festival foi patrocinado pela Petrobras, recebeu apoio do SEBRAE, Lojas Novo Mundo e Cerveja Sol e incentivo das diversas leis culturais que temos neste país (municipal, estadual e federal).. Com tudo isso você ainda pagava 25,00 pilas por noitada.

Como o meu negócio é comida, estarei aqui relatando as opções “gastronômicas” do lugar. Para o tamanho do festival, de cara, posso dizer que estavam muito ruins. Além de muito caro. Pra começar, um festival que se diz independente, não deveria vender Cerveja Sol em lata por R$3,00. Água em garrafa e refrigerante em lata a R$2,50. Além dos drinks do meu amigo Feoli por 10 mangos.

Já as opções de comida, putz, acho que foi a pior edição neste quesito. As opções não passaram de alguns salgados, um sanduíche assado e o clássico Yakisoba. Com exceção do Yakisoba, que era vendido à R$6,00 o pequeno e R$7,00 o grande, as demais opções tinham preços superfaturados; a comida ainda se encontrava em estufas, prontos para ser aquecida, ou seja, sabe-se lá o dia que isso era feito.

Fico feliz pela grandeza que o festival vem tomando e tirando o rótulo de “Goiânia, capital do sertanejo” país afora. Mas, acima de tudo, existe um conceito inicial que o festival propunha e que de maneira alguma deveria ser realizado por um selo musical que se propõe a divulgar para cadeia de massa o que há de novo, boa qualidade e fora do circuito mercadológico. Pois este último, pra mim, foi um festival voltado pra quem mora em condomínio fechado e não àqueles que realmente apreciam a música independente.

Anúncios

Um comentário em “Goiânia “Food” Noise Festival

  1. Concordo plenamente com o comentário do chef Bocão. Uma decepção a oferta de comida (nem falo gastronômica) do festival.

    Um adendo: entre as “especialidades” havia também uma barraca que vendia o regional empadão goiano e outros salgados. Como estava escondida num canto ao lado do teatro passou batido e só a vi quando saía do evento, não tive chance de conferir a qualidade do produto.

    De maneira geral, o rango no interior do Martim Cererê estava tão ruim que qualquer “cheetos” caia melhor com aquela cerveja sol.

    Resta mudanças para melhor nas próximas edições.

Deixe sua opinião

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: